Linha do Tempo

2011

O NEPAA oferece o curso Cinema na Afro Diáspora conduzido pela professora Irline François, Fulbright visiting scholar, o primeiro curso de cinema negro da UNIRIO.

O NEPAA passa a abrigar em sua sede o primeiro grupo de Teatro do Oprimido da UNIRIO, iniciando um diálogo com o Centro do Teatro do Oprimido e com o Instituto Boal.

Zeca Ligiéro  cria o projeto “Muiraquitã II, a cena e as tradições afro-ameríndias, criação e documentação digital” e vence novamente o Prêmio de Residência Artística da FUNARTE. Realiza a pesquisa em Rio Branco, Acre. Estabelecendo novas pontes com lideranças indígenas e grupos de teatro locais.

2010

O espetáculo Palhaço Negro: a história de Benjamin de Oliveira faz uma segunda temporada na Colômbia, no Festival Internacional de Boyacá, apresentando também Paypa e Sogamosso com grande sucesso.

A professora doutora, pesquisadora e artista Tânia Alice Felix da UNIRIO e o pesquisador e doutor Miguel Santa Brígida professor da Universidade Federal do Pará entram para a equipe de pesquisadores do NEPAA.

O projeto Vias Abertas do Saber: pesquisa e extensão em Circuito Cultural a partir do NEPAA recebe financiamento FAPERJ.

O projeto “Muiraquitã, a cena e as tradições afro-ameríndias, criação e documentação digital” é vencedor como Prêmio de Residência Artística da FUNARTE e permite a Zeca Ligiéro a expansão do trabalho do NEPAA, desenvolvido em Soure, Ilha de Marajó, Pará. O produto final é transformado em um vídeo.

Zeca Ligiéro, Denise Zenícola e Mestre Casquinha dão início ao novo projeto do grupo de teatro do NEPAA: Makunaíma com oficinas de peformance afro-ameríndia.

O NEPAA se filia ao Internacional Theater Institute, ITI e Zeca Ligiéro dá a palestra “Why African and Indigenous cultures does not enter in the Latin universities?” em Seul, Coréia no II Encontro Mundial de Arte e Educação a convite do ITI.

O Acervo Augusto Boal é transferido para a Fundação Darcy Ribeiro, mas o NEPAA continua em processo colaborativo com o recentemente criado Instituto Augusto Boal e com o Centro do Teatro do Oprimido CTO.

Zeca Ligiéro viaja ao Senegal com o CTO e dirige com Barbara Santos o espetáculo de teatro Fórum intitulado “Mama África” que é apresentado na zona de conflito em Ziguinchor e na periferia de Dakar durante o III Festival de Arte Negra.

2009

A equipe de pesquisadores do NEPAA participa do VI Encontro de Performance e Política em Bogotá, Colômbia. As atrizes Juliana Manhãs e Michele Campos de Miranda se juntam a Zeca Ligiéro e criam a performance “La história que yo sabía” apresentada no FESTICARIBE, em Santa Marta, Colômbia.

Colaboração do NEPAA com a Universidad José Caldas de Bogotá, Zeca Ligiéro dirige o espetáculo “Noticias de las cosas pasadas” com alunos da ASAB e apresenta no Teatro El Camarín Del Carmen em Bogotá.

2008

Os professores Iremar Brito, Cristina Brito e Denise Telles-Hopfra entram para o NEPAA. O NEPAA vence o edital Grupos Emergentes da FAPERJ o que permite a instalação do seu laboratório digital bem como a reforma de sua sede. O NEPAA comemora os seus 10 anos e realiza o II Encontro de Performance e Política das Américas com a presença de Augusto Boal e Amir Haddad, apresentando uma série de performances, mostra de vídeos e palestras.

O espetáculo do grupo de teatro do NEPAA intitulado Palhaço Negro: a história de Benjamin de Oliveira, direção de Zeca Ligiéro, assistência de direção e preparação corporal de Denise Zenicola e Mestre Casquinha, com os atores Marcos Serra e Cátia Costa é apresentado com sucesso no FESTICARIBE, em Santa Marta e em Bogotá, Colômbia. O NEPAA realiza o Seminário Latino-Americano de Performance com a presença de artistas e acadêmicos latino-americanos e norte-americanos

O NEPAA passa a colaborar na implantação do Acervo Augusto Boal na UNIRIO.

2007

Circo-Teatro Benjamin se apresenta no Festival de Ouro Preto e outras cidades do interior de Minas e do Estado Rio e ganha o prêmio de melhor espetáculo universitário do Sesc –Tijuca. Publica o livro Performance Afro Brasileira com organização de Zeca Ligiéro e Denise Zenicola.

2006

O Grupo de teatro do NEPAA monta o espetáculo Circo-Teatro Benjamin de João Siqueira, adaptação e direção de Zeca Ligiéro, preparação corporal e coreografia de Denise Zenícola, preparação circense e direção musical de Fernando Nader.

2005

Ocorrem as publicações, Dança da Terra com organização de Zeca Ligiéro e Cláudio Alberto dos Santos, bem como, a organização da Revista de Teatro, Crítica e Estética: O Percevejo, da UNIRIO. Destaca-se, ainda neste ano, a participação da equipe do NEPAA no V Encontro do Instituto Hemisférico: Performance e Raízes, em Belo Horizonte, sediado pela UFMG, com palestras, debates e a apresentação do espetáculo Desabrigo.

Com esta trajetória fica evidenciada a pesquisa teórica e prática deste núcleo, no emergente campo multidisciplinar dos Estudos da Performance, na perspectiva de alcançar novos significados para a relação de uma cultura expressiva, largamente construída como performance.

2004

Uma nova montagem teatral é criada: Desabrigo, do livro homônimo de Antônio Fraga e direção de Zeca Ligiéro. Trabalho corporal de Viviane Narvaez e Denise Zenicola envolvendo artistas, pesquisadores, colaboradores e convidados; juntamente com o IV Colóquio do NEPAA, intitulado: Performance e Identidade, no Teatro Glauce Rocha, em parceria com a FUNARTE.

2003

Ocorreu o III Colóquio do NEPAA: Espetáculos de Religiosidades, em parceria com a Casa de Rui Barbosa. Participamos do IV Encontro de Performance: Espetáculos de Religiosidades, em Nova York.  O núcleo encerrou este ano com a edição do livro Teatro a partir da Comunidade, de autoria de Zeca Ligiéro.

2002

Aconteceu o II Colóquio do NEPAA: Globalização. Migração e Espaço Público e a participação do III Encontro e Política em Lima, Peru com apresentações de importantes comunicações.

2001

O NEPAA iniciou uma de suas principais atividades teóricas, o I Colóquio do NEPAA: Memória Resistência e Atrocidades.  Neste mesmo ano, sua equipe participou do II Encontro de Performance realizado em Monterrey, México: Memória, Atrocidade e resistência, com destaque para o espetáculo Povo de Rua – com a performer Marise Nogueira, sob a direção de Zeca Ligiéro.

2000

O NEPAA organizou e sediou o I Encontro de Performance e Política das Américas, seminário internacional, um mergulho de duas semanas explorando a relação entre performance e política nas Américas que contou com a participação de acadêmicos, ativistas, artistas, religiosos, performers, entre estes: Richard Schechner, Diana Taylor, Guillermo Gómez-Pena, Augusto Boal, Denise Stocklos, Grupo Yuyachkani, HIJOS, Teatro de Anônimo, Mãe Beata de Yemanjá, Kaka Werá, dentre outros. Este evento se tornou possível graças a criação do Instituto Hemisférico de Performance e Política, idealizado e concretizado por Diana Taylor, apoiada pela atual equipe do Performance Studies Department e acadêmicos de outros segmentos da New York University. Para sua realização foi indispensável ainda o apoio irrestrito do Departamento de Direção, do Programa de Pós-Graduação em Teatro e de todos os demais segmentos da UNIRIO.

1999

A equipe do NEPAA realizou a encenação do espetáculo “Toré do Sol e da Lua”, criado a partir dos mitos indígenas Kamaiurá e Kuikura, com direção de Zeca Ligiéro, preparação corporal de Eloísa Brantes e coreografias de Denise Zenicola música de Chico Rota.

1998

O Núcleo de Estudos das Performances Afro-Ameríndias (NEPAA) foi criado em 1998, por Zeca Ligiéro, objetivando: desenvolver modelos de questionamentos, a um só tempo intelectuais e artísticos, que sejam especialmente projetados para o estudo das formações sociais e políticas nas Américas e, para tal, pesquisa Performance, em suas mais variadas formas, identidades e normas sociais.